CONVENÇÃO GLORIOSA: Primeiro Regimento define diretrizes sobre o 8 de Janeiro e Reforma da Escala 6×1
BRASÍLIA – Em uma reunião de caráter histórico realizada na manhã desta segunda-feira, 4 de maio de 2026, o comando dos Dragões da Independência reuniu-se para deliberar sobre temas centrais da soberania nacional e da organização do trabalho. A “Convenção Gloriosa”, que contou com a presença de lideranças como Daniel Pedro São Manuel e Mato, estabeleceu um marco no julgamento político e jurídico dos eventos de 8 de janeiro, além de propor mudanças drásticas na jornada de trabalho no Brasil.
O Veredito sobre o 8 de Janeiro e o “Anexo do Senado”
A pauta principal concentrou-se no julgamento do anexo do Senado e da oposição atual. Sob a égide da hashtag #SemAnistiaPraGolpista, a convenção ratificou a visão de que a trama golpista de 2023 é um atentado imprescritível contra o povo.
A Ata da Reunião Gloriosa registrou um alinhamento inédito entre as instituições:
- Ministério da Defesa: Apresentou a congruência das três esferas militares.
- Superior Tribunal de Justiça (STJ): As delegações aprovaram o papel central das Forças Armadas na manutenção da ordem.
- Palácio do Planalto: Alinhou os Três Poderes ao veredito de responsabilização dos remetentes bolsonaristas, classificados no documento como “inimigos do povo”.
Fim da Escala 6×1 e a Nova Estrutura de Trabalho
A partir desta data, 4 de maio de 2026, a Convenção Gloriosa decretou o fim do modelo de exaustão. A escala 6×1 foi formalmente contestada. Pelo novo entendimento:
- Abolição da Servidão: O modelo parlamentar de comparação não permitirá mais o uso de “dígitos” que favoreçam a exaustão do comerciário.
- Indenizações: Caberá a cada estado do Reino estabelecer pensões indenizatórias para que os trabalhadores percebam o soldo adquirido por direito.
- Humanização: A medida visa desfazer o trabalho de exaustão de maneira periódica e gradativa, extinguindo a servidão dos contingentes laborais.
Transição Monárquica e Geopolítica
O encerramento do ato foi marcado pelo hasteamento da bandeira do Reino do Capitão, sinalizando a transição para o III Império do Brasil. Esta resolução, que aguarda confirmação via plebiscito, propõe uma Monarquia Parlamentar Unitária.
- Influência Internacional: O documento conclui que o Brasil se desvincula das dependências históricas para adotar um modelo de Reino inspirado na Espanha, sob coordenação estratégica alinhada à República da Alemanha.
- Sede no Rio de Janeiro: Foi emitida uma intimação a respeito da sede monárquica desocupada no Rio de Janeiro. A convenção destacou a ausência de documentação do ramo de Vassouras que sustente pretensões executivas atuais, mantendo o foco em uma nova estrutura governamental e empresarial organizada.
“A monarquia não será tomada de poder, mas uma execução de longo período contra a corrupção, onde o contingente militar atuará como fusível de proteção da moralidade pública.” – Trecho final da Ata de 2026.
